sexta-feira, 14 de maio de 2021  14:38

Rentabilidade




Resultado março/2021 

O ambiente financeiro no país continuou contaminado por incertezas. Estamos falando sobre os rumos da situação pandêmica no Brasil, da esfera política e, por conseguinte, do que acontecerá com a economia. Março foi marcado pelo triste recorde de números de óbitos e quase colapso da capacidade de atendimento hospitalar, o que fizeram com que várias medidas de restrição de locomoção fossem colocadas em prática em diversas regiões do Brasil. Por outro lado, no campo internacional, assistimos ao anúncio de mais um pacote de medidas do governo norte-americano para estímulo da economia naquele país, o que aliado à aceleração da vacinação lá, animou os mercados acionários – inclusive aqui no Brasil. A grande dúvida é quanto um possível superaquecimento no consumo e crescimento do nível de inflação – o que pode gerar aumento da taxa de juros nos EUA.

Quanto ao comportamento da carteira de investimentos da Bungeprev, os fundos de renda fixa, que ainda possuem parcela importante aplicada em títulos públicos, mostraram perdas de 0,16% e 0,30% no mês de março, respectivamente registrados por gestor BNP (fundo Nova York) e Western (fundo Independence). Já no segmento Multimercado, enquanto o fundo Kinea Macro fechou com perda de 0,23%, o fundo SPX Nimitz ganhou 2,57%. Os fundos de Ações também mostraram boas performances, com o fundo Indie registrando 2,25%, fundo Genesis 1,81% e o Moat 6,23%. O fundo Western Asset Dolar, do segmento de Investimentos no Exterior, fechou o mês de março com ganho de 2,39%. Com tudo isso, o retorno global da Bungeprev foi de 0,67% ou 365% do CDI no período. Este resultado representa uma recuperação parcial da performance negativa acumulada até aqui, ainda em decorrência dos resultados adversos nos dois primeiros meses deste ano.

Previsão resultado abril/2021 (Não é Cota Oficial. Ainda está sujeito a alterações)

Abril foi um mês em que houve certa melhora no humor do mercado, pelos indicadores mais auspiciosos sobre a pandemia. A diminuição do número de óbitos e internações ajudou. Os indicadores macroeconômicos também estão vindo numa direção contrária ou pessimismo reinante até semanas atrás. Pelo lado internacional, com a reabertura das economias, avanço na campanha de vacinação nos EUA e Europa e a grande liquidez colaboraram para a valorização de ativos de risco e das commodities.

Neste cenário, a Bolsa por aqui registrou alta de quase 2%. Nossas aplicações em renda variável, com exceção do fundo da Moat (-1,17% em abril), acompanharam esta valorização, com o fundo Indie rendendo 2,29%  e o Genesis 3,10%.  No segmento multimercado, o fundo SPX Nimitz fechou com praticamente zero % (-0,06%) de retorno  e o fundo Kinea 0,52%.  Devido à valorização do Real, a nossa aplicação em Investimentos no Exterior registrou perda de -0,45%.

Por fim, na renda fixa, os fundos exclusivos Nova York e Independence ganharam 0,54% e 0,33%, respectivamente. Em resumo, a previsão do rendimento geral da carteira em abril é de 0,33%.

Autor: Bungeprev

Fonte: Bungeprev