quinta-feira, 14 de agosto de 2025 15:47
Compra no cartão de crédito de terceiros é a situação mais frequente; maioria faz isso para comprar o básico – e, pelo menos, está pagando o que deve em dia, mostra levantamento.
O "boom" de fintechs e contas digitais pode até passar a sensação de que acessar crédito ficou mais fácil. Não deixa de ser verdade, mas também não é a realidade de todo mundo. Dados recentes do Serasa mostram que 35 milhões de pessoas, 21,7% da população adulta, ainda estavam “invisíveis ao crédito” em 2023 (o último levantamento disponível). Isso não quer dizer que essas pessoas deixam de fazer compras parceladas, por exemplo. É bem o contrário.
Com alternativas de empréstimos restritas, usar o nome de terceiros para fazer uma compra passou a ser prática comum. É o que mostra uma pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), em parceria com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Offerwise Pesquisas.
De acordo com o estudo, 28,7% dos consumidores – quase um terço dos entrevistados – fizeram compras utilizando o nome de outra pessoa no ano passado. A principal forma de pegar o nome do outro emprestado é por meio do cartão de crédito: um em casa cinco brasileiros usam esse formato, aponta a pesquisa. Em seguida, aparecem os empréstimos e o crediário.
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Autor: Exame
Fonte: Exame