segunda-feira, 30 de março de 2026  10:36

Do gelo da Noruega ao calor do Brasil


Os primeiros meses de 2026 nos ensinaram que o sucesso nem sempre segue o roteiro esperado. No Oscar, o cinema brasileiro sentiu o gosto amargo da derrota de “O Agente Secreto” para “Valor Sentimental”, o primeiro filme norueguês a ganhar o prêmio mais famoso do cinema mundial. Por outro lado, o brilho veio de onde poucos esperavam: um ouro inédito nas Olimpíadas de Inverno, conquistado por um brasileiro nascido na Noruega, Lucas Pinheiro Braathen. A união entre a ginga brasileira e a precisão técnica nórdica do atleta traz uma lição para o mundo dos investimentos: é preciso saber navegar no "gelo" do mercado com o preparo de quem conhece o terreno.

Por isso, mesmo com sinais mistos na economia internacional e tensões geopolíticas pelo mundo, os investimentos da Futura mantiveram o equilíbrio, como mostra a tabela abaixo:

Perfil Fevereiro/2026 Últimos 5 anos
Futura 0,81% 79,54%


Estabilização em meio à turbulência

Em fevereiro, o esquiador Lucas Pinheiro Braathen, brasileiro que nasceu na Noruega, conquistou a primeira medalha de ouro de um atleta latino-americano em uma edição das Olimpíadas de Inverno. Claro que ter sido criado no país que mais ganhou medalhas na competição ajudou, mas o atleta não esqueceu suas origens e arriscou um samba na comemoração.

Assim como Lucas buscou se equilibrar nas montanhas de neve, nos Estados Unidos, a economia parece testar a estabilidade diante do cenário turbulento de pressão política interna do país. A taxa de desemprego recuou para 4,3%, com força nos setores de construção e saúde, mas perdas em atividades financeiras. A inflação (CPI) ficou em 0,2% (2,4% anualizado), com a energia ajudando a segurar o índice, ao registrar queda de 1,5%.

Diante desses dados, as Bolsas americanas fecharam o mês de janeiro de forma mista, com o setor de Inteligência Artificial sofrendo com a volatilidade. O Nasdaq 100 recuou 2,32%, enquanto o Dow Jones teve uma discreta alta de 0,17%. Na Europa, a inflação da Zona do Euro caiu de 2% (anualizada), em dezembro, para 1,7%, em janeiro, trazendo um alento em meio ao inverno rigoroso do continente.

O calor dos desafios tropicais

Em março, tivemos outro encontro entre noruegueses e brasileiros, dessa vez na disputa pelo Oscar. O recifense “O Agente Secreto” disputou a estatueta de melhor filme internacional com “Valor Sentimental”, do país nórdico, que levou a melhor. Mesmo assim, apenas pela indicação, o filme nacional teve um salto de arrecadação de bilheteria, passando de dois milhões de espectadores nos cinemas.

O que também saltou em fevereiro foi o Ibovespa, chegando a uma valorização de 4,09% no fim do mês. Já o IPCA de janeiro variou 0,33%, acumulando 4,44% em 12 meses. O destaque ficou para os grupos Comunicação (0,82%), puxado por aparelhos telefônicos, e Saúde (0,70%). O CDI manteve sua consistência em 1%.

Entretanto, o fim de fevereiro trouxe um novo componente de risco: o ataque dos EUA e Israel ao Irã. Com a alta do preço do petróleo, novas pressões inflacionárias poderão afetar os índices da economia brasileira.

Consistência para vencer

Tal como o brasileiro que dominou as montanhas de neve nas Olimpíadas de Inverno, a gestão da FuturaMais utiliza a técnica apurada para proteger o seu futuro. Não buscamos apenas o "lampejo de um gênio", mas a consistência de quem treina para vencer em qualquer clima.

Independentemente das oscilações de curto prazo ou das incertezas geopolíticas, seguimos focados em entregar resultados que garantam a sua segurança financeira.

Time Futura

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Fonte: Relatório Consultoria Aditus