Ciclo de vida e contribuições à previdência. Como se programar para aumentar suas contribuições ao longo dos anos?

Ao longo da vida as pessoas têm prioridades diferentes que influenciam na capacidade de contribuir para planos de previdência. Não importa a sua idade, sempre você terá diversos projetos concorrendo com a formação de uma poupança futura. No início da vida profissional, normalmente, as pessoas investem na especialização da carreira ou em cursos de formação. Em seguida, a demanda financeira tende a ser para a compra de imóvel, casamento e filhos. E esta etapa se estende por um longo período. Infelizmente, a prioridade para formação de poupança futura chega, de forma geral, muito depois do que deveria. A conclusão? O esforço é muito maior para atingir o resultado desejado - ou seja, se você pensar assim, terá que contribuir muito mais.

Apenas participar de um plano de previdência pode não ser suficiente para garantir a renda desejada no futuro.
Em geral, as empresas que oferecem a previdência complementar a seus empregados deixam a critério do funcionário a opção pelo valor da contribuição ao plano, possibilitando inclusive contribuições voluntárias. Para fazer uma escolha adequada de quanto contribuir, é preciso se planejar adequadamente: está passando por um momento de dificuldade financeira e optou por contribuir com o mínimo? Sem problemas, todo mundo passa por isso. Mas coloque prazo para aumentar este percentual de contribuição gradualmente.

Saiba que quem contribui com o mínimo, recebe o mínimo.
Não tem fórmula mágica: poupando pouco você dificilmente conseguirá atingir o patrimônio ideal para lhe oferecer a renda futura adequada. Apesar de haver a “opção” sobre o valor da contribuição mensal, o que vai lhe garantir uma complementação de renda adequada na aposentadoria é uma maior contribuição ao longo da vida.

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